
O maior Site de conteúdo noaítico (Bnei-Noach) do Brasil, o
Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info
(sitebneinoachprojetonoaismo.info)
– o seu Site Bnei Noach –,
que conta com a Supervisão Rabínica do Rav Shimshon Bisker, de Israel,
ORGULHOSAMENTE APRESENTA,
graças a D’us
Especial Bnei Noach Iniciantes — FASE 2:
Parte Extra (SOBRE O RABINO DA SINAGOGA DO BROOKLIN)
É comum que muitos que cheguem ao Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info — quer tenham acabado de conhecer o movimento Bnei Noach, quer já sejam Bnei Noach há algum tempo — se deparem com o fato de não divulgarmos absolutamente nada referente a um rabino da cidade de São Paulo chamado Yacov Gerenstadt, e, nos questionem sobre isso (já que, hipoteticamente, ele ensina Bnei Noach, e é, infelizmente, ainda, o mais conhecido do Brasil no tema).
Pois bem, sem rodeios, a nossa posição quanto a essa pessoa é:
O Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info não reconhece, de nenhuma forma, o trabalho do Sr. Yacov G. com os Bnei Noach.
Não estamos sob sua autoridade, não estudamos com ele, não aprendemos com ele, não o apoiamos, e sua SUPOSTA “importância” no meio Bnei Noach é totalmente irrelevante para nós.
Definitivamente NÃO COMPACTUAMOS COM ELE e as suas distorções da Torá, para Bnei Noach.
Tanto ele mesmo quanto o seu pessoal até tentam centralizar todos os Bnei Noach do Brasil em sua volta, mas nós não temos qualquer vínculo com ele ou seus representantes (sejam pessoas que trabalham na própria sinagoga, sejam seus emissários).
E aproveitamos para, mais uma vez, alertarmos sobre o fato de que sua sinagoga — ainda que mantendo o nome de Beit Chabad Brooklin — não é mais reconhecida pelo Chabad, conforme pode-se atestar no próprio site oficial do Chabad (chabad.org), em https://www.chabad.org/jewish-centers/location/1-476/Sao-Paulo-Brazil .
Portanto, ela é, na verdade, uma sinagoga autônoma.
(É por isso mesmo que a construção da nova sede do Brooklin está dependendo exclusivamente do dinheiro de doações, como admitido em seu próprio site.)
Há diversos artigos no nosso Site onde fazemos o contraste dos ensinamentos de rabinos responsáveis, competentes e confiáveis com os dele (obviamente sem citar o seu nome).
Alguns exemplos são:
Como realizar um casamento noaítico (um casamento Bnei-Noach)?
(os pontos segundo ele)
• vestimentas (Bnei Noach se vestindo como judeus – parecendo mesmo judeus)
• filhos (Bnei Noach tem de ter 2 filhos, um menino e uma menina)
• mikvê (uma sinagoga com mikvê para as Bnot Noach)
Além disso, há um outro tema extremamente polêmico e que é muito problemático para Bnei Noach (quanto o é para os próprios judeus), que é o da messianidade do Rebe e ideias estranhas à Torá — e por que há messianistas dentro do chabad.
E sim, nós tivemos a coragem de abordar tal tema.
O chabad e o Rebe (e a questão do rebe como o mashiach) (ESPECIAL: NOVA PARTE E TODAS AS MATÉRIAS)
Enquanto isso, a nossa posição:
Ainda uma outra questão delicada é a de grupos presenciais, quer dizer, físicos, de Bnei Noach.
Primeiramente uma grande verdade desconhecida de praticamente todos os Bnei Noach do Brasil – e na verdade de muitos Bnei Noach pelo mundo todo, e até de rabinos – é a de que com base em todas as pesquisas que já pudemos realizar, nunca encontramos um único caso em que o Rebe de Lubavitch tenha proferido uma única palavra sobre qualquer comunidade Bnei Noach, antes, tudo o que sempre constatamos é que ele tratou de Bnei Noach como algo relativo à sociedade, ou seja, à civilização em geral.
A outra questão é que por causa da existência de alguns desses grupos aqui no Brasil, sob a liderança do Sr. Yacov G., muitos Bnei Noach têm a ilusão de que grupos físicos noaíticos devem funcionar como funcionam exatamente esses grupos (normalmente querendo ensinar Torá em geral, Halachá judaica, e até Cabalá; vestindo-se como judeus e agindo como judeus; muitas vezes até festejando as festividades judaicas parecendo judeus; …), simplesmente fazendo de tais grupos (a propósito, compostos de ex-cristãos, muitos inclusive ex-messiânicos) uma espécie de “igreja” noaítica (‘igreja’ Bnei Noach) – onde, inclusive, substituem os pastores por exatamente ex-pastores então “emissários”, substituem Jesus pelo rebe, Deus nos livre, e há uma figura carismática central que dirige tudo (à semelhança de bispos, apóstolos, profetas… das igrejas evangélicas) que nesse caso é o Sr. Yacov, para quem, aliás, vivem pedindo dinheiro de tudo quanto é jeito (campanhas, tsedacás, doações).
Assim, outros artigos que o ajudará a entender nossa reserva quanto a esses tipos de encontros presenciais — pois, desde que se não liderados por rabinos não-confiáveis, se não judaizados e não judaizantes irresponsavelmente, se não querendo se assemelhar aos judeus achando que podem ensinar Torá ou Cabalá, aí somos favoráveis:
IMPORTANTE SALIENTAR QUE NO LIVRO IMPRESSO GUIA BÁSICO BNEI NOACH 3, DO RENOMADO RAV SHIMSHON BISKER, O PRÓPRIO RAV SHIMSHON EXPLICA, BARUCH HASHEM, COMO PODE, E NA VERDADE DEVERIA, FUNCIONAR UM ENCONTRO PRESENCIAL DE BNEI NOACH.
O prezado e querido Rav Dr. Michael Schulman, o próprio diretor da Ask Noah International, organização judaica que divulga o movimento Bnei Noach em todo o mundo (e organização essa que reconhece no Brasil somente o trabalho do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info, baruch Hashem), nos relata:
“Existem, de fato, vários grupos noaíticos físicos em diversas partes do mundo que estudam a Torá, concentrando-se no que é pertinente ao seu estudo, com rabinos sérios, sem serem incentivados a parecer judeus. O próprio rav Moshe Weiner, o Rabino Supervisor da Ask Noah International, menciona, de acordo com o seu conhecimento pessoal, “uma comunidade de centenas de famílias nas Filipinas e uma comunidade no Quênia, uma pequena comunidade em Almaty sob a liderança do rabino Shevach Zlatopolsky e uma comunidade em Dnepropetrovsk. E há muito tempo existe um grupo de noaítas em Moscou e as aulas são ministradas constantemente.”
Outro exemplo, existem alguns grupos noaíticos comunitários físicos regulares nos Estados Unidos, e alguns deles já haviam sido formados anos antes de 1999.”



Agora, alguns pontos interessantes e importantes para ressaltarmos aqui:
• não, ele não foi o primeiro rabino no Brasil a tratar com Bnei Noach, ou seja, não foi ele quem iniciou o movimento Bnei Noach no Brasil (nós mesmos, o Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info, já éramos Bnei Noach há 5 anos antes dele mexer com isso);
• sim, nós o conhecemos pessoalmente e frequentamos a tal sinagoga por um período de 5 anos e por fim, nos afastamos dele e de qualquer coisa relacionada a ele por completo, graças a Hashem;

• a expressão “movimento Bnei Noach” se refere a todos os Bnei Noach do mundo, no mundo inteiro.
A expressão “movimento Bnei Noach Brasil” é uma expressão equivocada, sem sentido, já que o movimento é mundial e não particular de um país.
A expressão “Bnei Noach Brasil” é apenas um resumo de “os Bnei Noach do Brasil” ou “os Bnei Noach no Brasil”, se referindo simplesmente aos brasileiros — TODOS os brasileiros, e não a alguns (não apenas os que seguem o Sr. Yacov G.) — que se tornam Bnei Noach. Simplesmente isso, e simples assim.
Por fim, “Comunidade Bnei Noach”, ou “Comunidade Bnei Noach Brasil”, são TODOS os Bnei Noach que são do Brasil, em relação aos Bnei Noach de outros países, ou seja, a outras comunidades de cada um dos países do mundo.
Nenhuma de todas essas expressões são de forma alguma propriedades do Sr. Yacov G. e sua turma, e tampouco representam somente a ele e sua turma. Eles tentam sim, como dito anteriormente, se apropriar de tais expressões para dar a impressão de terem o monopólio de Bnei Noach, e também assim tentarem centralizar tudo neles.
“Ah, mas ele é sheliach do Rebe!” Será mesmo? Isso é o que ele diz atualmente. Nunca foi o que ele disse anos atrás, durante o tempo em que foi o representante oficial no Brasil do instituto chamado Gal Einai, de Israel, do Rav Yitzchak Ginsburgh, que ele próprio, o Sr. Yacov G., fundou em 2012 (portanto, atendendo o chamado não do Rebe, mas do Rav Yitzchak Ginsburgh) — perdurando, o Gal Einai Brasil, de 2012 a 2016, e, na verdade, cujo objetivo era dar aula de Cabalá para não-judeus (baseadas no livro do Rav Yitzchak, “Kabbalah and Meditation for the Nations”) —, e parte essa de sua história, a do Gal Einai, que o Sr. Yacov insiste em tentar abafar.
A propósito, foi somente nesta época que, inocentemente, ingenuamente, o levávamos a sério – mas não somente nós…
(⇓ como pode ser constatado nessa imagem ⇓)

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Somente depois da extinção do Gal Einai Brasil foi que ele passou a nomear seu projeto de “Bnei Noach”
(e o que quase ninguém sabe, é que o título “Bnei Noach Brasil” é criação nossa, sim, de nós aqui, do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info. Bnei Noach Brasil é o nosso site paralelo)

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E, para finalizarmos este artigo, declaramos aqui explicitamente que repudiamos totalmente a judaização* de Bnei Noach (sendo que, na verdade, nenhum ben-Noach que se associa ao Sr. Yacov G. simplesmente não está no processo de conversão ao Judaísmo pelo motivo óbvio de que o Sr. Yacov G. é contra conversão) promovida pelo pessoal do Sr. Yacov G. feita, obviamente, com a sua plena conivência e induzimento.
* Nos referimos à judaização sem sentido algum. Não é que somos contra a judaização. Não é esse o caso. Ao contrário, a judaização existe e é necessária, porém, dentro de um propósito.
A judaização não é uma brincadeira, uma diversão, algo que deva ocorrer à toa ou por pura irresponsabilidade.
A judaização é algo absolutamente sério, pois se trata da transição de se ser ben-Noach para se preparar para se tornar integrante de Israel — ou seja, judeu. E isso só acontece, só é possível de acontecer, estando em processo de conversão.
Porém, exatamente é isso mesmo o que não acontece entre os judaizados que se associam ao Sr. Yacov G.
Além do mais, até na tal sinagoga do Brooklin, os Bnei Noach que ali frequentam, frequentam apenas os próprios encontros feitos para os próprios Bnei Noach. Sim, mesmo nela, Bnei Noach não participam dos cultos judaicos. Ali não há qualquer interação entre Bnei Noach e judeus nos momentos judaicos. Na verdade, o próprio Sr. Yacov não se envolve com qualquer ben-Noach que seja. Muito menos ainda há qualquer integração de um ben-Noach (que deseja se converter) à comunidade judaica dali.
Uma última observação.
A questão é: independentemente do tempo que o Sr. Yacov G. lida com Bnei Noach, e independentemente dele ser rabino, ele não é (nunca foi e nunca será) a maior e a melhor referência no tema Bnei Noach.
Obviamente que ele poderia ao menos ser um rabino considerável, agindo com seriedade, responsabilidade e competência, uma pessoa confiável, mas não.
De toda forma, só há um rabino brasileiro verdadeiramente especialista no tema Bnei Noach – e que para completar o pacote, ainda é um rabino sério, responsável e competente, totalmente confiável – (daí termos feito questão de irmos atrás dele para que ele fizesse a Supervisão Rabínica deste Site), e este é o renomado Rav Shimshon Bisker.
Isso, você poderá se certificar por conta própria. Não precisa acreditar em nós. Tire você mesmo a prova.
DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL E LANÇAMENTO DO RAV SHIMSHON PARA CRIANÇAS E JOVENS BNEI NOACH
Somos, portanto, muito orgulhosos e felizes de termos a honra, o privilégio e a benção do Rav Shimshon Bisker ser, baruch Hashem, o Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info.
Um importante rabino brasileiro, Eliahu Hasky, do famoso projeto Torá Com Você, atesta sobre o Rav Shimshon Bisker:
“Um apaixonado pela parte mística da Torá, uma máquina de escrever livros, um Rav maravilhoso, um Rav importante. Humildade sempre, 100%.
É obrigação a gente estar aprendendo Torá de fontes como ele, um grande Rabino.”
Por fim, fechamos este artigo com algo muito sério, importante e interessante dito pelo prezado Rav Eli Levy, do Chabad:
“Uma lição muito profunda sobre educação e liderança: o objetivo da liderança não é apenas inspirar outra pessoa momentaneamente, mas dar-lhe as ferramentas para que ela possa se sustentar e crescer por conta própria. O verdadeiro líder não cria dependência; ele cria pessoas capazes de brilhar com suas próprias forças.”
E é exatamente isso o que Rav Shimshon Bisker faz, ou nos proporciona. Portanto, eis um verdadeiro líder de Bnei Noach.
Veja ainda:
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