Um não-judeu pode colocar uma mezuzá?

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Perguntas e Respostas

BNEI NOACH E MEZUZÁ
PARTE 2

 

Pergunta:
Um não-judeu pode colocar uma mezuzá?

Resposta:
O Rav Yehuda Shurpin, do chabad.org, respondeu esta pergunta cuja tradução nós faríamos, mas que foi publicada no chabad em português. Veja-a em:

https://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/6289519/jewish/Um-No-judeu-Pode-Display.htm

 

De toda forma, o Rav Moshe Weiner responde de forma curta, rápida e prática:

“Não.”

 

Daí então no texto do chabad, observe que a nota 11 menciona a obra Sheva Mitzvot Hashem. Essa obra foi escrita exatamente pelo Rabino que citamos acima, o Rav Moshe Weiner, que é o Rabino Supervisor da Ask Noah International, organização judaica mundial de divulgação do movimento Bnei Noach, organização essa que, graças a D’US, reconhece no Brasil unicamente o Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info.

Assim, segue a explicação da própria obra Sheva Mitsvot Hashem (Os Sete Preceitos de Hashem) sobre Bnei Noach e Mezuzá (e alguns outros itens judaicos):

“Veja Ginat Veradim Orach Chayim, Regra 2, cap. 28, que explica que [conforme o Talmud Yerushalmi, Peah 1:1] o Rabi Yehudá, o Príncipe, deu um rolo de mezuzá[*] a Artavon [ou Artibun] (um gentio romano) [um rei ou um oficial] apenas para que o possuísse, mas não para ser afixado em sua porta, pois um gentio não tem nenhum propósito para isso.”

 

* E qual foi o motivo pelo que o rabino presenteou esse gentio com uma mezuzá?

O Rebe, Rav Menachem Mendel Schneerson, de abençoada memória, nos conta:
“O não-judeu enviou uma pedra preciosa de presente para o Rabi Yehudá, e o Rabi Yehudá retribuiu ele com uma mezuzá. Mas o gentio não gostou desse presente e indignado, perguntou como o rabino podê ter enviado para ele um pequeno pedaço de pergaminho em troca de algo tão valioso, no que o rabino lhe respondeu: ‘Você me enviou algo que eu tenho que proteger; eu lhe enviei algo que o protege’.
Portanto, a mistvá da mezuzá não se aplica a um não-judeu”.°
Exatamente como demonstrado nessa história que o rabino a enviou de presente a um gentio mas em momento algum dizendo ao gentio que era para fixá-la na porta de sua casa, antes, o rabino a enviou tão-somente para que o gentio ficasse então protegido de um problema com forças negativas que ele estava enfrentando (Sheiltos, sec. 146).

° “Mesmo uma casa pertencente a uma parceria (associação) com um não-judeu é insenta de ter uma mezuzá.”

 

[Retornando ao livro Sheva Mitsvot Hashem:]

Se um gentio observar qualquer um dos mandamentos judaicos da Torá como uma obrigação religiosa (mesmo que ele o faça com o desejo de receber uma recompensa espiritual), isso é proibido com base na proibição de acrescentar um mandamento, e não há recompensa espiritual a ser obtida com isso.

Os gentios são especialmente proibidos de cumprir mandamentos que exijam a santidade de um judeu, como escrever um rolo da Torá ou uma mezuzá ou filactérios (tefilin em hebraico). A regra geral é que qualquer mitsvá judaica entre homem e homem, ou entre homem e Deus, que tenha uma razão e um benefício lógico para uma pessoa ou sociedade, é permitida aos gentios. Mas isso não se aplica a qualquer mandamento que não tenha um benefício lógico e natural, mas que, em vez disso, seja um sinal para os judeus (por exemplo, usar franjas rituais – tsitsit – ou filactérios, ou afixar uma mezuzá em um batente de porta), ou que seja um estatuto divino para os judeus sem razão ou benefício compreendido para uma pessoa. Um gentio deve ser impedido de cumprir tais mandamentos e deve ser ensinado que é impróprio para ele observá-los.”

Sheva Mitzvot Hashem, do Rav Moshe Weiner.

© Rav Moshe Weiner
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O Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info, o Rav Shimshon Bisker, também esclareceu, graças a D’US, algumas outras dúvidas referentes a Bnei Noach que já tem uma Mezuzá. Veja em:

Bnei Noach e Mezuzá

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