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que conta com a Supervisão Rabínica do Rav Shimshon Bisker, de Israel,
ORGULHOSAMENTE APRESENTA,
graças a D’us,
O TEMA DE BNEI NOACH (FILHOS DE NOÉ) — E AS CHAMADAS SETE LEIS DE NOÉ — PARA PRINCIPIANTES
parte 2:
ENUMERANDO E EXPLICANDO AS SETE LEIS NOAÍTICAS
Para você que está chegando agora aqui (tanto aqui neste Site quanto aqui neste tema – o tema de Bnei Noach, ou Filhos de Noé)
Já vimos, graças a Deus, no artigo anterior, as Sete Leis Universais enumeradas, ou seja, a lista das Sete Leis de Noé, e agora veremos, graças a Deus, as Sete Leis Noaíticas explicadas (obviamente que de maneira breve e simples).
AS SETE LEIS DE NOÉ ENUMERADAS E EXPLICADAS
Revisado por Rav Shimshon Bisker
A Proibição da Idolatria – Reconhecer O ÚNICO DEUS
A base dos Mandamentos Universais é reconhecer que existe um único Deus verdadeiro, Hashem, fonte de tudo (Isaías 45:7 – veja-o em uma tradução judaica).
Idolatria não é apenas adorar imagens — que é o que constitui idolatria prática. Há também a idolatria conceitual — que não é idolatria em si, mas o é no conceito, como colocar qualquer coisa no lugar que pertence a Deus — seja poder, dinheiro, pessoas ou até ideias.
Esse Mandamento nos orienta a:
• Confiar somente em Deus;
• Orar apenas a Hashem;
• Não seguir falsas crenças ou práticas espirituais;
• Evitar qualquer forma de culto a outras forças;
• Não ter nenhum tipo de intermediário entre você e O CRIADOR, Hashem (seja humano, espírito, anjo, … o que for — e mesmo que seja considerado “o filho do DEUS” ou considerado parte da Divindade).
No dia a dia, isso significa não transformar coisas comuns em “centro da vida”, como status, trabalho ou aprovação das pessoas.
Em essência: viver com Deus no centro — e não substituí-LO por nada.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Dia do Sacerdócio e educando o mundo nas 7 Leis Noaíticas: PROIBIÇÃO DE IDOLATRIA
Não Maldizer Hashem – Respeito ao NOME de Deus
O NOME de Deus representa O PRÓPRIO CRIADOR — por isso, deve ser tratado com respeito.
Esse Mandamento abrange:
• Não amaldiçoar Deus (Deus nos livre);
• Não falar DELE de forma desrespeitosa;
• Não usar SEU NOME em vão.
Mas vai além das palavras.
Também envolve:
• Evitar juramentos falsos;
• Cumprir o que se promete;
• Ter consciência e respeito ao falar sobre Hashem.
Na prática, isso significa não banalizar o sagrado e cultivar uma postura de reverência.
Honrar O NOME de Hashem é refletir, nas palavras e atitudes, o respeito pelo CRIADOR.
Quer entender melhor?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Educando o mundo nas 7 Leis Noaíticas: PROIBIÇÃO DE MALDIZER O NOME DE DEUS
Não Roubar – Muito Além do Óbvio
A proibição do roubo vai muito além de “não pegar o que não é seu”. Na visão das Leis de Noé, roubo é qualquer forma de tomar algo que não te pertence — seja um objeto, um direito ou até a liberdade de alguém.
Isso inclui:
• Furto ou roubo direto;
• Não devolver algo emprestado;
• Fraudes e enganos em negócios;
• Atrasar ou negar pagamento devido;
• Extorsão ou pressão injusta;
• Até ações mais graves, como sequestrar ou violar outra pessoa.
E um ponto importante: não existe valor mínimo. Mesmo algo pequeno já é considerado roubo.
No dia a dia
Esse Mandamento aparece em situações comuns:
• Pegar algo sem permissão, mesmo entre conhecidos;
• Enganar alguém em uma compra ou venda;
• Consumir conteúdo ilegal (como pirataria);
• Copiar ideias ou trabalhos sem dar crédito.
Tudo isso entra na mesma raiz: desrespeitar o que pertence ao outro.
Há caminho de correção
Se alguém errou, deve:
• Devolver o que foi tomado ou indenizar;
• Pedir perdão à pessoa prejudicada;
• Não continuar se beneficiando disso.
Respeitar o que é do outro é a base de uma sociedade justa — e também de uma vida íntegra diante de Hashem.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Não Assassinar – O Valor Sagrado da Vida
A proibição de assassinar é um chamado à proteção da vida humana. Segundo as Leis de Noé, cada pessoa foi criada à imagem de Deus — por isso, a vida é sagrada e não pode ser tirada injustamente.
A Torá ensina em Gênesis 9:6 que quem derrama sangue humano responde por isso, pois atinge algo que carrega a marca do PRÓPRIO CRIADOR.
O que isso inclui
Esse Mandamento não trata apenas do assassinato direto. Ele também envolve:
• Não causar a morte por negligência ou irresponsabilidade;
• Não ser cúmplice ou incentivar a violência;
• Não colocar vidas em risco desnecessariamente;
• Agir para preservar a vida sempre que possível.
A legítima defesa é permitida quando necessária para salvar uma vida. Mas vingança ou “justiça com as próprias mãos” são proibidas.
No dia a dia
Esse princípio aparece em situações comuns:
• Dirigir de forma imprudente ou sob efeito de álcool;
• Ignorar riscos que podem causar danos a outros;
• Incentivar violência, mesmo indiretamente;
• Ser indiferente diante do perigo ou sofrimento de alguém.
Por outro lado, salvar e proteger vidas não é apenas uma virtude — é uma responsabilidade.
O aborto é proibido.
Respeitar a vida é reconhecer a alma divina em cada ser humano.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Educando o mundo nas 7 Leis Noaíticas: PROIBIÇÃO DE ASSASSINATO
Educando o mundo nas 7 Leis Noaíticas: PROIBIÇÃO DE ASSASSINATO (Complemento)
Não Cometer Imoralidades Sexuais – Santidade nas Relações
Entre os Mandamentos Universais está a proibição de relações sexuais imorais, um chamado à integridade e ao respeito pelo propósito divino da vida humana.
Segundo a Torá, a união entre homem e mulher no contexto adequado é algo sagrado. Por isso, são proibidas relações que distorcem esse propósito.
O que isso inclui
Esse Mandamento proíbe, entre outros:
• Adultério (relação com mulher casada);
• Incesto (relações familiares proibidas);
• Relações com pessoas do mesmo sexo;
• Relações com animais;
• Relações envolvendo menores.
Além disso, práticas que incentivam a vulgaridade e a degradação da sexualidade também devem ser evitadas.
No dia a dia
Na prática, isso envolve:
• Valorizar a fidelidade e o compromisso;
• Evitar conteúdos e comportamentos que banalizam a sexualidade;
• Respeitar limites morais estabelecidos por Hashem;
• Proteger a dignidade própria e a do outro.
Viver essa Lei é reconhecer que a sexualidade não é apenas instinto — é parte de um propósito maior.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Não Comer Parte de Animal Vivo – Sensibilidade e Respeito
Entre os Mandamentos Universais está a proibição de consumir carne retirada de um animal ainda vivo. Esse princípio ensina que, mesmo quando permitido se alimentar, o ser humano deve agir com compaixão e respeito pela vida.
A Torá ensina em Gênesis 9:4 que não se deve comer carne com “sua alma ainda nele”, ou seja, enquanto o animal ainda está vivo — mesmo em pequena quantidade.
O que isso nos ensina
Esse Mandamento vai além da alimentação. Ele estabelece que:
• É proibido causar sofrimento desnecessário aos animais;
• Nenhum ser vivo deve ser tratado com crueldade;
• O cuidado com os animais desenvolve a sensibilidade moral do ser humano.
No dia a dia
Na prática, isso envolve:
• Evitar práticas cruéis no preparo de alimentos;
• Não tratar animais com brutalidade ou indiferença;
• Não apoiar formas de entretenimento ou consumo que envolvam sofrimento desnecessário.
De modo geral, o consumo de carne comum é permitido, desde que o animal já esteja morto. Porém, causar dor intencional — mesmo em animais aquáticos — deve ser evitado.
Essa Lei nos ensina que até quando usamos o mundo para nossas necessidades, devemos fazê-lo com respeito e humanidade.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Estabelecer Leis Sociais – A Base de uma Sociedade Justa
Entre os Mandamentos Universais está a obrigação de estabelecer sistemas de justiça. Isso significa criar leis, tribunais e autoridades que garantam que o certo seja protegido e o errado corrigido.
Sem justiça, nenhuma sociedade se sustenta.
A Torá indica esse princípio em Gênesis 9:6, ensinando que crimes devem ser julgados por pessoas, por meio de um sistema organizado e justo.
O que isso envolve
Esse Mandamento exige:
• Leis justas e aplicáveis;
• Tribunais imparciais;
• Juízes íntegros;
• Proibição de suborno e corrupção;
• Igualdade perante a lei.
Além disso, sempre que possível, deve-se buscar soluções pacíficas, como acordos e mediação.
No dia a dia
Essa Lei não é só para governos — ela começa em cada pessoa:
• Respeitar as leis do local onde vive;
• Não fazer justiça com as próprias mãos;
• Agir com honestidade e equilíbrio;
• Não tirar vantagem injusta dos outros.
Viver essa Lei é entender que servir a Hashem também significa ajudar a construir uma sociedade justa.
Quer se aprofundar?
Este é um resumo do Mandamento. Para entender melhor seus detalhes e aplicações práticas, ouça o episódio do Noahcast sobre esse tema.
Há uma pré-condição
É a fé no DEUS ÚNICO, Hashem – O CRIADOR e MANTENEDOR de tudo – que transforma os Mandamentos em méritos eternos. Ser ben-Noach é dizer “sim” à SUA Vontade revelada na Torá, não importa de onde você venha ou qual religião tenha seguido até aqui.
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