O mundo atual, o Mundo Vindouro, a Era Messiânica, a Ressurreição dos Mortos, e a Reencarnação

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tem a satisfação de APRESENTAR

Tudo o que você Bnei Noach precisa saber sobre o mundo atual, o Mundo Vindouro, a Era Messiânica, a Ressurreição dos Mortos, e a Reencarnação

Graças a D’US!

 

[Dedicado por Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info a você que pesquisou no nosso Site sobre Reencarnação.]

 

A visão judaica sobre a vida pós-morte tem origem na revelação de D’US à nação judaica inteira [3 milhões de pessoas] no Monte Sinai há mais de 3.340 anos. Ela é baseada na ideia de que a humanidade foi criada com o propósito de alcançar o crescimento espiritual neste mundo e conquistar prazer eterno como resultado. Nós alcançamos isso ao trabalharmos para melhorar nossos traços de caráter, ao estudarmos a Torá, e ao cumprirmos Mitsvot (mandamentos) da melhor forma que conseguirmos [613 para os integrantes de Israel e 7 e suas subcategorias para os integrantes dos povos do mundo]. Talvez a ideia mais fundamental e poderosa sobre a vida após a morte seja que cada pessoa cria seu mundo eterno com cada momento de existência neste mundo. Em outras palavras, somos completamente responsáveis pelo nosso próprio destino.

Toda crença [dita] monoteísta deriva do judaísmo [cuja a fonte é a Torá]. Ele é o único sistema de crenças que afirma ter sido fundado pela revelação de D’US a uma nação inteira. [Portanto, a alma,] o céu, o inferno, Satã, [a reencarnação,] e a ressurreição são todos conceitos advindos da visão judaica. Obviamente, os belos, precisos e originais ensinamentos judaicos sobre esses assuntos são fundamentalmente diferente do[s das] religiões[, pois eles foram] radicalmente alterados [por elas].

Sendo Infinito e sem qualquer tipo de imperfeição, D’US não tem necessidades. Consequentemente, não faz nenhum sentido ter criado o mundo apenas para ELE MESMO.
O judaísmo, portanto, nos revela que Hashem criou o mundo e a humanidade para compartilhar SUA Divindade com os outros. ELE criou o mundo para nós. Então…
Este mundo é o único momento para adquirirmos recompensas. Quanto mais esforço investirmos em sermos boas pessoas e seguirmos a orientação de D’US para uma vida bem sucedida neste mundo mais seremos recompensados nesta vida e no Mundo Vindouro.
O motivo pelo qual as pessoas passam por dificuldades e dor neste mundo é intimamente relacionado ao propósito da Criação. Se o propósito deste mundo é desenvolver uma conexão com O Infinito e receber recompensas, nós devemos ter um mecanismo para receber tal recompensa — isto é, através da escolha.
Essa escolha é entre reconhecer a existência de D’US e seguir SUA orientação, ou não reconhecê-LA. Para que seja uma decisão verdadeira, as opções devem ser igualmente equilibradas, mesmo que isso signifique que este mundo não é fácil e confortável. [Se fosse] muito óbvio que uma FORÇA SUPERIOR está no controle não haveria uma escolha verdadeira.
Dar aos seres humanos um cenário que permita a livre escolha moral é outro dos princípios orientadores de D’US para este mundo. É por isso que o Mundo Espiritual e A PRESENÇA de HASHEM estão ocultos, isto é, não são manifestados [de maneira revelada] no mundo [e o mundo] parece [seguir] uma ordem natural — com todos os tornados, furacões, doenças e outras dificuldades que conhecemos muito bem. Este mundo tem muitos desafios, alguns deles excessivamente difíceis e dolorosos, tudo em prol de ser apenas uma preparação para o objetivo da Criação, que é o Mundo Vindouro. Esse é o maior teste para o ser humano: ver e viver com a ideia de que D’US é a Fonte verdadeira de todo o poder no mundo, ou ser dominado pela ilusão de que o mundo natural funciona sozinho.

Nosso mundo atual precisa passar por um processo de crescimento/purificação para se preparar para a existência eterna no Mundo Vindouro, assim como os corpos e almas individuais. Isto ocorre através de duas “etapas” de transição: a Era Messiânica e a Era da Ressurreição dos Mortos.
Nosso mundo atual é [portanto] temporário. [Já] o Mundo Vindouro é um estado de existência eterno, e o objetivo de toda a Criação. Ainda assim, [fique sabendo que o Mundo Vindouro] não é um lugar separado do nosso mundo atual. O Mundo Vindouro existe aqui [mesmo neste nosso mundo] e agora. Nosso mundo atual não precisa desaparecer para entrar nessa dimensão da existência. Ele simplesmente precisa ser elevado. [Veja

O que é o refinamento do mundo/dos não-judeus?

 

] Isso ocorre através das etapas de existência que o precedem e também como resultado de nossas escolhas e ações.

Torá e Mitsvot
D’US nos forneceu instruções e SEU manual: a Torá. A palavra Torá significa, de fato, “instruções”.
As Mitsvót são as ações específicas escritas na Torá. Elas nos ensinam como “agir” no Mundo Espiritual para que o máximo de bênçãos faça parte de nossas vidas. Quando nossas ações não estão conectadas ao Mundo Espiritual, as bênçãos não fluem. Isso não significa, claro, que fazer a coisa certa necessariamente leva a uma vida fácil — nós sabemos que isso nem sempre é verdade. Isso significa que ações positivas (sua conexão com D’US) trazem bênçãos e resultados positivos, enquanto ações negativas (que contradizem D’US) não.
Mitsvá se tornou sinônimo de “mandamento” e “boa ação”. Ambas as explicações são verdadeiras, mas nem uma fornece uma explicação completa sobre a essência da palavra em hebraico.
Traduzir a palavra (Mitsvá) como “mandamento” é correto. Porém, [D’US não ganha absolutamente nada e não é beneficiado de forma alguma com alguém cumprindo os SEUS mandamentos]. D’US não tem necessidades. Cumprir Mitsvót é de nosso interesse para que possamos receber o prazer máximo deste mundo e do Próximo Mundo.
Quando cumprimos essas Mitsvot, estamos, de fato, fazendo boas ações. O problema com o termo boas ações é que [não se trata do que nós mesmos achamos que é bom, mas do que O PRÓPRIO D’US estabelece como bom. Por exemplo, ateus e pessoas que não conhecem a Hashém podem realizar “boas ações”, mas este “boa” do termo “boas ações” é apenas o que eles imaginam por si mesmos que é “bom”, e não os valores objetivos de D’US na Torá — já que não acreditam nisto ou não possuem o conhecimento disto].
A palavra Mitsvá vem da raiz tsavtá, que significa “conectar-se com”, como em um relacionamento. D’US criou um mundo com o potencial para criarmos um relacionamento com ELE. Quanto mais a pessoa se conectar com ELE neste mundo, mais ela aproveitará esse relacionamento eternamente.
Cada um de nós cria nosso próprio Mundo Vindouro. Como? Com cada momento de vida, temos a oportunidade de criar (ou não) uma conexão com D’US. Cada ação, palavra falada e pensamento nos traz mais perto ou nos distancia DELE.
D’US criou o ser humano para compartilhar SUA bondade. Nosso maior propósito, então, é receber essa bondade. Fazemos isso nos conectando com O Infinito. Em outras palavras, nosso objetivo principal neste mundo é formar um relacionamento com D’US [e não simplesmente acreditar em D’US]. Se não tentarmos conhecer D’US aqui, como poderemos aproveitar os frutos desse relacionamento — seja neste mundo ou no Mundo Vindouro?
Como nos relacionamos com O Infinito? A Torá é a ferramenta que nos ensina a criar uma conexão com D’US. [Os chamados] 13 Princípios [da Fé da Torá] representam as ideias que devem ser conhecidas e aceitas para que alguém possa se relacionar adequadamente com O ONIPOTENTE e SUA Torá. [Para os jovens Bnei Noach e para os adultos aprenderem sobre esses 13 Princípios, baixe GRATUITAMENTE o livro digital O Guiazinho 2.

O maior sucesso brasileiro das crianças Bnei Noach está de volta: O GUIAZINHO — Volume 2

 

Sobre o porquê Hashem entregou a Torá nas mãos de Israel, e o porquê ELE não deu mais Mitsvót para os Bnei Noach, adquira os livros impressos do Rav Shimshon Bisker lançados pela Livraria virtual Projeto Noaismo Info: BNEI NOACH GUIA BÁSICO 1 e 2.

BNEI NOACH GUIA BÁSICO

 

]
Vivemos em um mundo muito físico, mas nosso propósito principal é espiritual: nos conectarmos ao nosso Criador.

A Era Messiânica
Nessa época — um período de 40 anos — o mundo ainda existirá assim como o conhecemos. A única mudança que ocorrerá é que um homem judeu (descendente do Rei David) unificará o povo judeu, se tornará seu rei [literal], e reconstruirá o Templo Sagrado em Jerusalém, e irá liderar a humanidade à verdade da Torá de D’US. [Devido a todo o mundo testemunhar tais acontecimentos,] o conhecimento de D’US preencherá o mundo a tal ponto que o mundo inteiro perceberá sua beleza e viverá de acordo com a Vontade DELE como comunicada em SUA Torá [com todo o povo judeu cumprindo com as suas 613 Leis, e com todos os povos do mundo cumprindo com as suas 7 Leis (veja

As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno

 

)]. O resultado disso será a coexistência pacífica de todas as pessoas na Terra. Como resultado direto da vida de acordo com a Torá, a criação inteira começará um processo de transformação a um mundo novo e melhor, a um mundo dominado pelo espiritual que é capaz de durar eternamente.
Este princípio fundamental [da fé em Hashem] ensina que nosso estado atual de existência é insuficiente. Sem a paz mundial, sem a humanidade trabalhando em conjunto para tornar o mundo um lugar melhor, e sem a apreciação onipresente do papel de D’US no mundo, estamos longe do modo de vida ideal.

Na Era Messiânica[ — o objetivo da Era do Messias é, portanto, que — ]a humanidade reconhecerá a necessidade de conectar-se com D’US e todas as pessoas estarão dispostas a colaborar para alcançar essa finalidade e beneficiar o mundo. A compreensão sobre D’US será total e preencherá o mundo de forma que o mal eventualmente desaparecerá.

A Ressurreição dos Mortos (Techiat Hametim)
Uma reunião literal aqui na Terra entre corpos e almas individuais que foram separados na morte.
Diferente da Era Messiânica, essa Era da Ressurreição é um momento de existência sobrenatural onde ocorrem milagres.
Nem todos os corpos merecem a ressurreição. Por que uma pessoa que escolhe o mal deveria ter a mesma recompensa eterna que aquela que escolhe o bem? Por que uma pessoa negligente que não se esforça para conectar-se com a espiritualidade, para melhorar como pessoa, ou para mudar o mundo deveria receber a mesma recompensa que alguém que se dedicou durante toda sua vida?! A este ponto, um Julgamento Final ocorrerá para medir o impacto cumulativo das ações dos indivíduos. Esse Julgamento Final trará o Mundo Vindouro — nossa eterna existência onde cada indivíduo vivencia prazeres transcendentes que mereceu através de suas ações neste mundo. Os mortos [ressuscitados] irão obter o maior benefício possível de suas vidas de acordo com as verdades espirituais que D’US inseriu em nossa existência. Como consequência direta de viver de acordo com a Torá e seus mandamentos (Mitsvót), a humanidade ativará a purificação necessária para transformar nosso mundo terreno em uma dimensão espiritual capaz de entrar no paraíso eterno do Mundo Vindouro (um mundo dominado pela espiritualidade — [um mundo em que] tudo e todos desejam cumprir a Vontade de D’US a ponto da fisicalidade não ter mais a sua própria independência, obedecendo completamente ao espiritual).

O Mundo Vindouro [Olam Habá]
O Mundo Vindouro é o momento de recebermos recompensas. Não é um lugar diferente do nosso mundo atual, apenas uma dimensão diferente que vai além dos nossos conceitos de espaço, tempo e fisicalidade.
Todos os judeus têm um lugar “no” Mundo Vindouro. Não-judeus justos também têm esse mérito.
Uma pessoa pode precisar passar por um processo de purificação para aqueles elementos de sua alma que continuam danificados após a morte. Quanto menos boas ações e estudos de Torá, menor será sua recompensa eterna, mas ela ainda poderá chegar ao Mundo Vindouro.

O Mundo das Almas (Olam Haneshamot)
Ao deixarmos este mundo, não existiremos mais com o mesmo conceito de tempo. Nesse momento, todos os pensamentos, palavras e ações de nossas vidas estarão diante de nós simultaneamente. Tudo estará no presente. Não haverá um passado ou futuro.
Além disso, não estaremos apenas conscientes de tudo o que fizemos pessoalmente, mas sim, existiremos com o conhecimento de tudo o que resultou de nossas ações.
A fisicalidade não é ruim por natureza. Nós fomos inseridos em um mundo físico para usar a fisicalidade para propósitos positivos. A questão é que no falecimento, todas as conquistas físicas de uma pessoa (fama, riqueza, bens materiais…) são deixadas para trás. Por outro lado, suas conquistas espirituais (por exemplo, seu impacto sobre os outros, crescimento pessoal, estudo de Torá, Caridade e outras Mitsvot) são permanentes.
O Mundo das Almas é uma existência temporária onde a alma espiritual mora desde a morte física até que seja reunida ao corpo na ressurreição. [Ali] (no Mundo das Almas) as almas são purificadas conforme o necessário e então sentem a êxtase em preparação para sua existência eterna [na Terra no Mundo Vindouro. Sim,] o Mundo das Almas [também] é um lugar de purificação [ou conserto] (caso seja necessária). As almas que exigem purificação primeiro entram em uma parte do Mundo das Almas chamado de Gueinôm (em hebraico: Gehinom). A maioria das almas permanece lá de um segundo a um ano, e depois [de consertadas] se mudam para outra parte do Mundo das Almas chamado de Gan Eden. As almas que não precisam de purificação entram no Gan Eden diretamente.
A maioria dos indivíduos merece uma parte do Mundo Vindouro [eterno na Terra]. Poucas pessoas morrem sem tantos méritos.[*

 

* O Rav Shimshon Bisker, o Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info, explica sobre essas pessoas que deixam de existir:
“Se trata daquele que não fez nada em vida que o conectasse com Hashem de verdade. Somente pensou nos seus interesses próprios.”

“Tem aqueles que não terão conserto. [Essas são] as pessoas que simplesmente deixarão de existir após não sobrar nada delas que presta. Pessoas como H!tler serão exterminadas, com certeza. O Ramchal explica que não são muitos que serão totalmente exterminados, mas, haverão.”

 

Entretanto, aqueles que danificaram suas almas neste mundo através de más decisões precisam passar pel[o conserto] após a morte para se preparar para o Mundo Vindouro.
O Gueinôm ajuda uma pessoa a se tornar mais espiritual visto que ela não alcançou isso sozinha neste mundo. O Gueinôm não é punitivo. As dificuldades associadas à purificação são necessárias para limpar uma pessoa para que ela sinta o máximo prazer em seguida. É, na verdade, outra forma de bondade de D’US. Isto não quer dizer que uma pessoa possa, então, ignorar suas obrigações espirituais neste mundo, passar um tempo limitado em uma dimensão dolorosa, e então receber a recompensa máxima. A purificação apenas permite que cada pessoa receba por completo tudo o que adquiriu neste mundo. Tanto no Mundo das Almas quanto no Mundo Vindouro, a intensidade da êxtase varia de acordo com o indivíduo — dependendo de seus méritos neste mundo. Fizemos nosso melhor para ajudar os menos afortunados? Quanto nos esforçamos de verdade para nos tornarmos pessoas mais espirituais? Outro benefício de tentar melhorar e crescer espiritualmente é que o indivíduo provavelmente sentirá felicidade e significado neste mundo também. Estar mais alinhado com seu propósito individual de vida é o segredo para sentir-se verdadeiramente realizado e conectado. Com cada momento da vida [agora], estamos “escrevendo” nossa história de vida que nos nutrirá eternamente. Nós podemos escolher como será nossa história. Podemos tentar melhorar como pessoas, superando e canalizando nossas características negativas. Podemos usar nossa fala mais positivamente, inspirar os outros (não nós mesmos), ser menos egoístas, e trazer mais bondade ao mundo. Podemos almejar entender nosso Criador e SUAS instruções para nós, como ELE comunicou na Torá.
É importante observar que esse período de purificação [pós-morte do Gueinôm] é temporário[, como já dito], diferente do conceito não-judaico [ou não-Torá] de condenação eterna no inferno. [Veja

Inferno: existe ou não existe? E se sim, ele é eterno?

] Uma vez que uma alma atinge a etapa do Mundo Vindouro, ela sentirá apenas prazer.

Reencarnação
A reencarnação é a crença de que a alma volta para o nosso Mundo em outro corpo ou em outra forma. A reencarnação tem origem na filosofia judaica. E não surpreende que a compreensão judaica e seus detalhes diferem amplamente das perspectivas ocidentais populares.
[Normalmente, entende-se] reencarnação [como: ]a alma de um indivíduo — por completo — volta à Terra para mais uma vida, porém em um corpo diferente. Isso é um equívoco. Uma pessoa, ou seja, a consciência de alguém, é única. Ela tem apenas uma chance na vida. É por isso que a vida [é] tão preciosa.
A reencarnação é, de fato, relacionada ao espírito voltar a este mundo em outra forma física; entretanto, não é o retorno da alma inteira de um indivíduo a outro corpo ou outra forma. Na realidade, o que é reencarnado é apenas uma parte da alma da pessoa — a parte que não completou sua missão. Portanto, não é certo dizer que uma pessoa é reencarnada ou que a alma de uma pessoa é reencarnada.
A parte da alma que cumpriu sua missão avança para sua próxima residência no Mundo das Almas e o que segue. Essa parte completa da alma continua como a identidade única daquela pessoa pela eternidade. A parte da alma daquela pessoa que não cumpriu sua missão é o que se torna sujeita a reencarnação. Essa parte incompleta da alma é inserida em outro corpo e se torna uma pessoa completamente nova com uma nova consciência. Essa nova pessoa não é a mesma que a primeira. A primeira pessoa perdeu sua oportunidade de aperfeiçoar a parte de sua alma que fazia parte dela. O conhecimento dessa oportunidade perdida é parte do remorso vivido no Mundo Posterior.
Tanto a reencarnação quanto Gueinôm são mecanismos para o conserto da alma. A parte da alma que completou sua missão não precisa da reencarnação e não passará por isso. A reencarnação, por outro lado, se aplica à parte da alma onde simplesmente faltam boas ações. Portanto, ela deva entrar em outro corpo para ser purificada.

 

[Sobre Bnei Noach e Dia de Finados, veja

Bnei Noach e Dia de Finados ou Todos os Mortos

Sobre Bnei Noach e enterro e afins, veja

Curso Bnei Noach parte 13

 

.]

 

© Idealizado e Revisado por Rabino Yitzchak Benroubi
© Coordenado por Rabino Dany Roitman
© Editado por Projeto Noaismo Info

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Bnei Noach e Mundo Vindouro

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Perguntas e Respostas

 

Bnei Noach e o Mundo Vindouro (Mundo Por Vir)

 

Pergunta:
Bnei Noach também poderão entrar no Mundo Vindouro? Ou o Mundo Vindouro depende de se converter ao judaísmo?

Resposta:
O Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, responde:

“Cumprir as Leis de Noach [lê-se Nôarr] garante à pessoa [quem quer que seja] uma porção no Mundo Vindouro. Escreve o Sábio Rabino Maimônides (Rambam): “Toda pessoa que recebe sobre si as Sete Leis Divinas e cuida em cumpri-las é incluída entre os justos das nações, e tem uma porção no Mundo Vindouro, [mas apenas] com a condição de que as recebeu e as cumpre pelo fato de D’US tê-las ordenado na Torá.” Não há necessidade da conversão para conquistar o Mundo Vindouro. O judaísmo não é uma religião que busca conversões — esta é uma das diferenças essenciais entre os Princípios Verdadeiros [os bíblicos, os da Torá] e os princípios inventados pelos humanos.

A Torá é uma oportunidade! Ou seja, a Torá é a oportunidade da pessoa se conectar com O CRIADOR e usufruir desta conexão por toda a eternidade. Esta oportunidade é oferecida a qualquer um que queira se aproximar DELE, sem a necessidade da conversão.

A Verdade está na Torá e a Verdade está “servida” a quem quiser encontrá-la. A Torá foi entregue para toda a humanidade. Ela explica as Leis de Noé (ou Noá) — as Sete Leis Universais [(isto quer dizer, para todos os povos do mundo)] — e como cumpri-las. Portanto, qualquer ser-humano, de qualquer povo, está convidado à desfrutar do Mundo Vindouro através destes Princípios Básicos.”

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Veja também

Não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us

e

Você não precisa se converter para nem uma religião para ir para o Céu

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Prosperidade e Mundo Vindouro

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Perguntas e Respostas

 

Prosperidade e Mundo Vindouro

 

Pergunta:
Rabi, pedir [ao ETERNO] prosperidade e dinheiro [nos] prejudica no Mundo Vindouro?

Resposta:
O Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, responde:

“Ao contrário, é muito bom pedir, somente acrescentar que seja para o nosso bem.
Sempre use o dinheiro para coisas boas e Hashem lhe trará cada vez mais.”

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Em memória de Arizal e de A.T.

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Você não precisa se converter para nem uma religião para ir para o Céu

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Você não precisa se converter para nem uma religião para ir para o Céu

 

Por Rav Itzhak Pollack

 

Todas as religiões lhe vendem um pedaço do céu se você se afilia a elas. No judaísmo, contrário à crença popular de ter de pertencer a alguma religião (principalmente cristã) para ir para o céu, não é preciso ser judeu para ir para o céu. Alguém que não é judeu pode se aperfeiçoar espiritualmente e pode, inclusive, assegurar um lugar no Mundo Por Vir e não precisa se converter para isto.

A obrigação de cumprir as mitsvót (os Mandamentos entregues por D’US para Moisés no Monte Sinai) da Torá é apenas para os judeus. No entanto, a mesma Torá ordena Sete Mandamentos que são temas gerais para os não-judeus, subdividindo-se estas sete leis em 70 decretos, e Rabi Maimônides afirma: “Qualquer nao-judeu que cumpra os sete mandamentos para servir D’US pertence aos justos entre as nações do mundo e têm sua porção no Mundo Por Vir.”

Os Sete Mandamentos Universais da Torá são:

1. Crer apenas em Hashém
2. Não maldizer O SEU NOME
3. Não assassinar
4. Não roubar
5. Não cometer atos sexuais ilícitos
6. Não comer carne (ou qualquer parte) de animal que está vivo
7. Estabelecer tribunais de justiça

[Para ver onde na bíblia (Torá) se encontram estas Leis Divinas para todos os povos do mundo, veja:

Curso Bnei Noach parte 8

E para ver dentre as Sete Leis Noaíticas quais são as maiores e quais as menores, veja:

Leis Noaíticas da menor à maior

.]

Veja também

Bnei Noach e Mundo Vindouro

 

[Nota do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info:
Ainda assim, ao se deparar pela primeira vez com os Sete Mandamentos Universais da Torá, muitos questionam…]
“E o shabát? O shabat não foi dado desde o começo para a humanidade, para todos? Como não observá-lo?”

O Rav Itzhak Pollack prossegue explicando:
“Onde se diz isso (que o shabat foi dado desde o começo para toda a humanidade)? A ordem de observar o shabat se dá só depois de Yaacov, para os filhos de Yaacov. O que havia antes era um dia de repouso, mas nada que ver com as mitsvót dadas aos judeus para observarem shabat.
Shabat é uma mitsvá direta para o povo judeu. Mas o fato de torná-lo um dia especial para os demais povos não o fazem incorrer em uma transgressão. O que caracteriza transgressão é celebrá-lo como judeus.”

[De toda forma, alguns ainda podem indagar:]
“Desde o começo do mundo o sétimo dia foi santificado. Então, o sétimo dia já não era sagrado antes da nação de Israel existir?”

Sobre isto, quem responderá agora é o Rabi Dr. Michael Schulman, diretor da organização internacional Ask Noah (Ask Noah International), organização esta que, graças a D’US, reconhece e aprova o Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info:
“O 7º dia não foi desde o início denominado “santo” por D’US. Isso não aconteceu até ELE tê-lo dito pela primeira vez, a qual foi para os israelitas, um mês depois que ELE os tirou do Egito. Naquele momento, D’US ordenou uma “santidade” (a palavra em hebraico significa literalmente “separação”) para o 7º dia apenas para eles, através de Moisés, no versículo de Êxodo 16:23. D’US disse (as palavras de Gênesis 2:3) em conexão com a primeira sexta-feira na qual os israelitas estavam colhendo o maná que D’US enviou do céu para eles comerem. Em outras palavras, a primeira vez que D’US fez esta declaração (de Gênesis 2:3) foi para os israelitas um mês e poucos dias depois que ELE os tirou do Egito. Este versículo significa: “D’US abençoou o sétimo dia” enviando uma porção dobrada de maná na sexta-feira para que os judeus pudessem comer a outra metade (desta porção dobrada) de maná no sábado, quando ele não caía (embora em todos os outros dias qualquer maná que sobrasse apodrecesse), e “ELE o declarou ‘santo’ (ou seja, separado)” retendo o maná no sábado para que os judeus não saíssem dos limites de seu acampamento para colhê-lo. (Veja Rashi.)”

[E, contudo, alguns ainda afirmam categoricamente:]
“Isaías cap. 56. Todos podem e devem cumprir o Shabat.”
[Ou:] “(O Shabat) Deve ser cumprido não apenas pelos filhos de Israel mas também pelos filhos dos estrangeiros. Isaías 56:6 é uma referência a todos os gentios.”

Agora, a questão é, como podem afirmar que o texto que fala dos (filhos dos) estrangeiros que se agregaram à (nação judaica de) Hashém, ou seja, se converteram ao judaísmo, refere-se a todos os gentios do mundo que permanecem gentios? Lugar algum de Isaías 56 trata de gentios que são gentios, que não se converteram ao judaísmo, cumprirem Shabat. Como também o explica o Rabi Dr. Michael Schulman, da Ask Noah International:
“O texto hebraico literal não diz simplesmente “estrangeiro” (“nechar”), diz “ben-hanechar”: o filho do estrangeiro, que vem a se juntar ao ETERNO, ou seja, a pessoa (não-judia) que se converte para se tornar judeu, na Aliança judaica com O ETERNO. Refere-se a alguém que era originalmente gentio e que então se converteu (ao judaísmo) para se tornar judeu.”
O comentarista Ibn Ezra explica:
“O filho do estrangeiro: os verdadeiros (autênticos) conversos.”

Portanto, como conclue o nosso prezado Rabino, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, o Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info (autor de mais de 40 livros):
“O ben-Noach (noaíta/não-judeu que assume sobre si a observância dos Sete Mandamentos Universais da Torá para servir D’US) não é obrigado a observar o shabat.
Fazer a vontade de Hashém (D’US) é o principal (inclusive quando o nosso desejo e os nossos sentimentos são diferentes).
Tudo o que não é propício de fazer não tem recipiente de suportar, portanto, gera danos.
Não se deve estimular um ben-Noach a cumprir shabat, inclusive parcialmente [nota do Proj.: seja “lembrando-o” mas não “guardando-o”, seja abstendo-se das melachot mas quebrando pelo menos uma].”

 

Por Rav Itzhak Pollack (e Rabi Dr. Michael Schulman e Rav Shimshon Bisker)
Traduzido do espanhol (e do inglês) por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

© Rav Itzhak Pollack
© Rabi Dr. Michael Schulman (asknoah.org)
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Quer aprender mais sobre o judaísmo, ou sobre os Mandamentos Universais da Torá (ou sobre Bnei Noach — ou o movimento Bnei Noach da Torá), ou sobre Hashém, ou sobre a conversão ao judaísmo (que, como explicado nesta matéria, não é obrigatória), ou sobre o shabát ou outras práticas judaicas? Acesse a nossa livraria virtual, a Livraria virtual Projeto Noaismo Info (ou entre em contato conosco).

BNEI NOACH GUIA BÁSICO

COLEÇÃO FAMÍLIA BNEI NOACH

Curso Bnei Noach parte 30 – ESPECIAL: LIVRARIA virtual Projeto Noaismo Info

 

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

 

Um Mashíach Real

 

Para muitos, a era messiânica é um mito inalcançável e utópico. Mas para nós, (judeus) chassidim, é uma realidade possível. Já nos sentimos no mundo vindouro.

O Rebe (Rabino Menachem Mendel Schneerson) nos pediu para trazer o Mashíach. Trazemo-lo com boas ações, trazendo luz à nossa volta e vendo a era messiânica como algo atual e verdadeiro.

O Mashíach está a um passo.

Por Rabi Eli Levy
© Jabad.com (Chabad)

Traduzido do espanhol por Projeto Noaismo Info: © Projeto Noaismo Info

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